5.1.14

Pequeno gigante

Sou tão pequeno que não caibo em mim mesmo. Sobra um monte de espaço no espaço que abrange o pequeno conjunto de átomos que sou. "Pequenêz" é como sou, porém nem sempre sei disso. Nem eu, nem ninguém. Sofremos da síndrome crônica da grandeza, mas sei que seremos pó. E ainda insisto nessa mania de ser grande. Grande pra quê? Eu ainda sou muito pequeno, e você também.

Vamos morrer para nascer de novo. É a promessa do século, o disco da vez. Ninguém para pra escutar o som do silêncio. A vida é frenesi. Fadados a colisão, não existe solução pra raça que renasce. Cegamos a iconoclastia, vamos maquiar a face do fim!

19.12.13

Knowing we can be

As primeiras palavras sobre você são o renascimento de mim. Saio da sombra e já passo da penumbra. Já há luz. Luz e carne onde antes era solidão. 
Sempre há vida depois da tormenta.

8.12.13

You know

Mórbida nota que ecoa nas paredes sempre brancas. Só a luz do dia. No breu a gente sabe quem é quem.

23.10.13

Talvez tenhamos que fugir sem você.

E sempre vou embora sem honras e promessas, mas sempre com lembranças e histórias. Pássaro novo também quebra a asa.

Ceifadora dor do saber

Dor. Ajuda a crescer. Ajuda a escrever. Aproxima do morrer.

24.6.13

Anarquismo

Não há cultura com leis. Só a liberdade possibilita a cultura.