12.9.11

welcome home

O silêncio era bom, acompanhado de um dia nem tão frio nem tão quente perfeitamente enfeitado por um céu azul em que sol batia no meu rosto. Olhos fechados, porém vendo tudo, tudo que existe fora daqui, dentro de lá. 
 As folhas balançam conforme o vento as faz dançar, montam uma melodia. Elas são fantasmas que uivam contra o vento, roubam meus pesadelos e deixam nada além de um gratificante estado pacífico entre ser e estar. Cura os traços de velhas cicatrizes sobre o branco de minha pele que parecia ofuscar ao sol. O rosto quase exageradamente preenchido de uma coloração rosa, natural. 
 O silêncio e o balanço das árvores era o som perfeito, nada a mais ou a menos poderia deixar aquele momento mais acomodante, afinal, eu estava em casa.

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