Vai, leva tempo a reaparecer mas não o deixa virar nunca. Volta, as mesmas promessas velhas, esboçadas em um velho livro que conhecemos a tempo demais. Quem dera usufruir do tal prometido bom senso. Não, estamos designados ao exagero. Passava-se o medo de mão em mão. Não é meu, é de sua responsabilidade. Dizia acabar em falsos adeus, em esquecimentos de promessas. Sabíamos que ainda era cedo, afinal, se sabemos de algo é que nunca negamos um velho livro junto de uma boa música... E então, as promessas.
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