Os segundos morrem, a alma renasce, recria. Viaja mas nunca o suficiente. Quando será o suficiente? O quão velhas se tornarão as almas, algumas desacreditadas em existir, mas mais reluzentes ao meio das outras, em perfeita sincronia?
Tornaremo-nos velhos sem nunca cansar, talvez da vida, talvez do mundo, talvez de nós.
Brilham olhos cansados mas sempre a busca de mais. Sempre acha. Acha, gosta, interpreta, cria, recria, voa, sorri, chora, fala sem muito dizer. Vivem, encantam. Amo-te.
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