Gastaria todos os segundos da vida ocupando a mente de qualquer outro alguém que arrancasse o fato de viver dentro de mim. Seria o cachorro da praia, o sol escondido, talvez o filho perdido. Desaponto minha própria mente ao saber que ela me pertence. Sou meu espelho e, durante uma porção de vezes, dói ver o que reflito em mim mesma.
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