Conta-me, espantado, que ao andar pela rua como de habitual avistou entre a multidão um homem cego. Olho em teus olhos e te pergunto o porquê de tanto espanto. Olha mais fundo nos meus, abismado com tal pergunta. Mas, meu bem, não é mais surpreendente pra ti saber enxergar num mundo onde ninguém mais sabe ver?
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