Não, não é isso, não apenas isso, nada daquilo, nenhum desses. Não é daquele, do outro, de nada, de ninguém. Agonizante, perturbante, silencioso, fechado. É chuva, vento, trovões, escuro e medo. É confuso mas não, não preto.
Voltas e voltas, conspirações. E o verão se aproxima, transcorre.
Não se pode ouvir os passos lentos sorrateiros que se aproximam? Não se pode saber se deve partir, deve deixar. Agora deveria ir, em casa me chamam porém irei fugir até o dia que não se possa confundir o confuso do inexplicável. Explique-me o que não sei dizer, o que não sei sentir, o que não devo pensar. Explique-me para mim mesma.
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